As Trilhas Educativas da Comunidade Cultural Quilombaque são experiências de formação e vivência que conectam memória, arte, território e luta social. Cada trilha é um convite para refletir sobre a história e fortalecer vínculos com a comunidade e seus espaços de resistência.
Trilha Ditadura Nunca Mais – Cemitério Dom Bosco (Perus)
Vivência que resgata a memória da ditadura militar no Brasil e homenageia vítimas enterradas em vala clandestina no Cemitério Dom Bosco, em Perus. Um dos objetivos da trilha é apoiar o trabalho de identificação das ossadas descobertas na vala, descoberta em 04 de setembro de 1990. Um percurso de reflexão sobre direitos humanos, democracia e memória coletiva.
Trilha Campo e Cidade – Assentamento do MST Irmã Alberta
Visita ao 1º assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da cidade de São Paulo, conectando a luta pela terra com a realidade urbana. Promove o diálogo entre soberania alimentar, justiça social e sustentabilidade.
Trilha Reapropriação e Ressignificação dos Espaços Públicos
Percurso por espaços de resistência cultural e comunitária de Perus: Comunidade Cultural Quilombaque, Casa do Hip Hop, Ocupação Artística Canhoba, Biblioteca Padre José de Anchieta e Centro de Memória Queixadas – Sebastião Silva de Souza. Demonstra como o território se fortalece pela arte, memória e ocupação popular.
Trilha Perusferia Graffiti – Ruas e Vielas de Perus
Imersão nas ruas e vielas do bairro, vivenciando o graffiti como linguagem artística e de resistência. Proporciona contato direto com artistas locais e com a potência da arte urbana periférica.
Trilha Jaraguá é Guarani
Uma experiência única para conhecer a presença histórica e cultural dos povos Guarani no território. Inclui vivência na aldeia indígena, contato com tradições e práticas culturais, e subida ao Pico do Jaraguá, ponto mais alto de São Paulo, para conexão com a natureza e a história local.
Trilha Memória Queixadas
Leva visitantes à Fábrica de Cimento Perus, primeira de grande porte do Brasil, símbolo de luta e memória dos trabalhadores que realizaram uma greve histórica pautada por não violência ativa e união. Reflete sobre organização coletiva, direitos trabalhistas e memória do território.